27.12.02

desculpem a desatualização, gentes. tou sem internet em casa ainda e aqui no trabalho às vezes fica difícil escrever qualquer cousa. desculpem, meus pimpolhos. dentro em breve voltarei com mais aventuras na aldeia dos smurfs.

ah, temos toca vinil fuderoso em casa agora. e um pufe novo de joaninha fashion. em breve fotos.

20.12.02

gentes, eu recebi esse texto por email. não sei quem escreveu nem de onde o sujeito tirou, mas é muito engraçado:

Estamos em dezembro de 2003. Mano Wladimir está tenso. No colo da mãe, Marisa Monte, ele ainda não conseguiu entender exatamente o que está se passando. Ao seu lado, Carlinhos Brown conversa com Wally Salomão, que cita uma poesia de Caetano Veloso, que dá um brigadeiro orgânico (sem chocolate e sem leite condensado) para Zeca, que leva um pito da mãe, Paula Lavigne. Mano Wladimir está tenso. É a sua primeira festa de aniversário. "Criança sã/De uma rã/Guardiã/Eu sou seu fã/Na manhã/Aramaçã/Cunhã". A música infantil escrita por Arnaldo Antunes especialmente para a festa é a trilha sonora da dança das cadeiras. Nada da Turma da Mônica, nada de atores desempregados vestidos de Pikachu. Aqui a coisa é diferente. MM resolveu ser mãe em grande estilo e contratou a Companhia Bufa de Artes e Performances do Absurdo para animar a festa. Fantasiado de Ed Motta, um ator recita de trás para a frente toda a obra de Eça de Queiroz para algumas crianças. Do outro lado da sala, um grupo de clowns (sim, porque numa festa como essa é proibido ter palhaço) ensaia uma volta à posição fetal enquanto ostenta reproduções dos parangolés de Hélio Oiticica. Num canto, Carlinhos Brown dá uma entrevista para uma repórter da revista Bravo, escalada especialmente para cobrir o evento.
- E aí, Brown? Está feliz com o primeiro aninho do Mano Wladimir?
- É uma coisa da modernidade nagô, no que tange a referência espaço/tempo do ciclo da história humana. O cósmico supremo da realização superlativa, a poética da bioenergia enquanto motor da sublimação ótica. É onde o eu e o tu fundem-se na epiderme inconsciente.
- E o que você deu de presente para ele?
- Pensei na questão do pacifismo, na guerra como catalisador das emoções humanas ao mesmo tempo em que atrai e repudia o ser. A máquina ceifadora que gera vibrações orgânicas, que tangencia e descontinua a unidade solar dos povos.
- Como assim?
- Eu dei um boneco dos Comandos em Ação...

Enquanto as crianças não podem comer o bolo de cenoura, aniz e mel de cana - que traz estampado uma reprodução de O Abaporu, de Tarsila do Amaral, em sua cobertura - Marisa Monte serve a elas copos de suco de gengibre e balas de cravo da Índia. Até que Paula Lavigne tem a idéia de chamá-las para um karaokê. Quem começa a brincadeira é Benedito Tutankamon Pedro Baby, cinco anos e filho de um dos roadies de Arnaldo Antunes, que canta O Avarandado do Amanhecer, de Caetano Veloso. Em seguida é a vez de Zabelê Tucumã Nhenhé Çairã, três anos e filha da empresária de Carlinhos Brown, que canta Ana de Amsterdã, de Chico Buarque. Ao saber que a próxima criança a cantar é a impronunciável Zadhe Akham Mahalubé Sinosukarnopatrionitnafilewathua, filha da copeira de Marisa Monte, Paula Lavigne acha melhor suspender o karaokê.

É hora do Parabéns a Você. Os convidados reúnem-se em torno da mesa. E então, Marisa Monte anuncia uma surpresa: quem irá cantar o Parabéns é Carlinhos Brown. Brown, que andava meio sumido depois de sua entrevista para a Bravo, aparece vestido com um cocar feito de canudinhos de plástico, uma camisa de jornal e uma tanga de folhas de bananeira. Atrás dele, 315 percussionistas da Timbalada, um videomaker e quatro poetas marginais. Brown pega um garrafão de água mineral e começa a cantar sua versão para Parabéns a Você:
- Vim para cantar/A tropicália alegria de um povo/Azul, badauê, zumbi/Ela não me quer/Mas sou um tacle regueiro/Viva o divino samba de João/Monarco na rua/Meu bloco chegou. Arnaldo Antunes se empolga e começa a recitar poesias descontroladamente, Marisa Monte gorgeia e improvisa algumas melodias, a Timbalada toca um samba-reggae, Paula Lavigne cai na farra e Caetano acha tudo "lindo". O videomaker filma tudo e Wally Salomão escreve o release. Os poetas marginais aproveitam a confusão para roubar uns docinhos.

Um executivo de uma grande gravadora, que entrou de penetra, contrata todos os presentes e promete CD, DVD, livro, críticas favoráveis no New York Times, participação de David Byrne e especial de televisão. Para comemorar, Arnaldo Antunes põe um disco de Lupicínio Rodrigues. O ator vestido de Ed Motta cospe fogo. Marisa Monte lê Mário Quintana em voz alta. Mano Wladimir chora. É a sua primeira festa de aniversário.

19.12.02

Tcherererêkundu

Quero peidar quero cagar
tem sonda no carro são
a lua louca lick me
Quero peidar quero cagar
Tcherererêkundu carro
Apagou no lundu.
Lá vem mãe ivone

Bis

Bahia, glória do goitá, praga
Encontram meu avô, Iansã
O beijo besta tem benção
água mole não quer pedra dura
Mas eu quero peidar, quero cagar


Repita 87 vezes até levar um tiro.

faça você também a sua letra tribalista!

17.12.02

pronto. me mudei. semana passada foi o estresse de levar as coisas, das coisas caírem em cima de mim e da nóia do pé machucado que nem doía tanto assim. e foi a semana do estresse da apresentação do trabalho no congresso de iniciação científica, que eu não queria participar desde que terminou o período da bolsa. bom, até que nem doeu tanto. soube que ia apresentar essa droga essa semana, preparei tudo na sexta-feira e no sábado eu apresentei à tarde. minha mão tremia mais que tudo no mundo. e o pior, tremia em cima do retroprojetor. e minha mão tremendo projetada na parede. legal. bom, fiz tudo dentro dos conformes, dentro do tempo, apesar do nervosismo, mas vacilei porque não entendi patavinas do que o avaliador do pibic perguntou. o cara não aprendeu ainda a falar português e ainda tinha a língua presa. simplesmente respondi "sei não" ao que ele perguntou, que eu daria tudo pra saber o que foi. mas eu queria mesmo era me livrar daquela merda toda e ganhar meus pontos bomclube, mesmo que fossem poucos. terminei, ê, e ainda fiquei pra ver as outras apresentações bostas.

bom, mas o legal é que eu me mudei, gentem. e agora tenho geladeira e comida em casa. e minha cama e guarda-roupa chegaram ontem. e eu não contei uma historinha curiosa que minha mãe contou esses dias pra mim. quando eu tinha uns dois pra três anos, meu irmão era bebê e eu tinha ciúmes dele. eu fazia draminha do tipo deitar no chão do corredor, na frente do quarto da minha mãe e chorar, berrar de sofrimento. um belo dia eu resolvi sair de casa. é, sair de casa, com 2 anos e pouco. juntei umas roupinhas, umas FRALDAS, meu dedeto e fui saindo pelo portão, chorando, dizendo que ninguém naquela casa gostava de mim. é muido desaforo, né? aí minha mãe me convenceu de que era melhor eu esperar amanhecer pra ir embora e eu acabei concordando. eu sei que depois eu esqueci de sair de casa.

só que agora, 20 anos depois, eu fui embora de verdade. talvez eu volte, talvez não. não sei como estará minha vida daqui a um ano por exemplo. pode estar a mesma merda de sempre, mas a gente sempre espera uma reviravolta na vida da gente, né? pois.

12.12.02

eu não sei, mas devo ter alguma coisa mágica que atrai objetos (geralmente de grande porte) pra cima de mim. sim, pra cair em cima de mim. acho que já contei dos episódios das janelas que caíram em mim quando eu era bem mais jovem, né? aquela história que tinha uma mendiga pedindo comida no portão do prédio e eu ofereci o tubo de cola tenaz que eu tinha na mão e em seguida caiu uma janela do primeiro andar em cheio na minha cabeça. já contei sim. e a outra eu estava dormindo e depois que a janela caiu eu estava coberta de cacos de vidros em cima do lençol. sorte (???) que não tinha nenhum vidrinho no rosto. acho que falei também do episódio das caixas de som que caíram sem explicação na minha cabeça, ano passado. eu tava gravando uma fita prum colega meu e as caixas simplesmente caíram, como quem não quer nada. também não rolou nada comigo, só um desmaiozinho de nervosismo puro. pra fechar meu ano com chave de outro, ontem fui levar minha tv e computador pra minha casa nova. meu irmão tirou a tv da parede e colocou em cima da cama. em seguida eu fui desconectar o computador e pra isso precisei deitar no chão por debaixo da mesa. como vocês já podem prever, a tv caiu em cima do meu pé. não sei porque cargas d'água ela não estraçalhou o pobre e também continuou funcionando. na hora dei um grito horroroso, mas mais por causa do susto. e o pé lá, inteiraço. o pior é que por muito menos eu já torci o pé. bom, o fato é que eu não sei que porra de íma é esse que faz com que essas desgraças caiam em cima de mim. se alguém souber onde eu tomo um passe pra evitar acidentes do tipo, me avisem. por enquanto, vou tentar fazer as pazes com meu anjo da guarda.

10.12.02

ontem eu fui (finalmente) pra retrospectiva da fundaj. vi irréversible. TODO MUNDO, sem exceção, tava me alertando que o filme era forte, então já fui meio que preparada pra engulhar. acho que quem passa dos 10 primeiros minutos do filme fica até o fim. aquela cena do início, onde os caras transformam a cara do sujeito (que não era o Ténia) em um prato de miojo é pior do que a tão comentada cena do estupro. sério mesmo, se alguém não viu esse filme pode ter certeza de que, se resistir a esse começo, o resto é só flores. bom, o fato é que eu curti. não é ruim e nem gratuito, como a turma por aí falou. ok, a câmera não precisava rodopiar por 20 minutos no começo, mas ainda assim é marailhoso.
esses últimos dias se voltaram somente para coisas da casa nova. deixei de ir pros 3 primeiros dias da retrospectiva da fundaj por causa da casa. sexta a gente foi comprar o fogão no shopping. aproveitamos a deixa pra dar uma sofrida na tok & stok, pelo menos sonhar um pouquinho com aquelas coisas lindas e maravilhosas que eu nunca terei. ou pelo menos copiar os modelos de móveis. sábado de manhã eu fui na rua do aragão com mami pra comprar minha cama e um guarda-roupa (sim, mamãe não quer me deixar levar a minha cama de casal e o meu guarda-roupa é embutido). constatei (puta) que não, o centro da cidade não é o lugar mais barato pra se comprar essas coisas. pelo menos não é mais. e isso me deixa irada porque as pessoas acabam comprando lá com a ilusão de que estão fazendo um grande negócio. acabei indo comprar minha cama e guarda-roupa onde? na tok & stok. pois é, ironia do destino, né mesmo? claro que não foi A CAMA tok & stok, porque realmente tem muita coisa caríssima naquela porra. mas foi uma cama bonitinha e barata. e o armário menor e mais prático da loja e igualmente barato. e um cabide de chão que foi caro, mas que combinou com a cama. e para a casa, uma poltrona sacco daquelas grandonas. LARANJA. para combinar com o sofá azul.

e ainda ganhei milhões de coisinhas de cozinha da minha tia pema. essas coisas miúdas que quando você junta tudo dá uma fortuna. pelo menos são coisas a menos pra pedir no chá de panela. e ainda deu uma cafeteira elétrica, hehehe. bom, café não é lá uma coisa que se dê muito trabalho de fazer, mas já elimina da lista uma garrafa térmica e uma chaleira, o que já é grande coisa.

6.12.02

Natural%20Born%20Bitch
Quem é você na Xoxota Crew?

brought to you by Quizilla

4.12.02

ontem a gente foi lavar a casa pra poder começar a levar as coisas pra dentro. tenho que ver como eu vou fazer, acho que começar levando as coisas pequenas, como livros, cds e roupas. se possível, um colchão e computador, pra já ir me alojando por lá. lá pra sábado deve chegar a geladeira, o fogão e o resto das coisas. vou pegar carona no caminhão de mudança de moca pra levar minha cama e meu guarda-roupas, que são as coisas maiores que tenho. o resto dá pra levar de carro.

mas voltando à lavagem, que coisa cansativa, bicho! casinha de primeiro andar dá um trabalho besta. primeiro que tudo que a gente comprou (vassoura de piaçava, rodo, balde e panos de chão) foi no 1,99. o rodo parecia que não aderia ao chão, parecia limpador de pára-brisa de fusca, tá ligado? as vassouras precisavam de um xampu de juá pra sanar a queda de cabelo e os panos pareciam que colocavam mais água no chão do que tiravam. ou então foi pura incompetência nossa. uma coisa é certa: aprendi muito com essa primeira experiência como empregada doméstica. eu sempre tive um nojo imenso de pano de chão molhado, lavar banheiro e coisas do gênero. dentro de casa, sempre preferi a cozinha, e mesmo assim, a parte culinária da coisa. lavar prato nunca foi meu forte. mas hoje eu pus a mão na massa sem nojo. era a minha casinha, pô! tava ali, cuidando dela, da limpeza dela pro meu próprio bem estar, e não pro bem estar dos acomodados dos meus irmãos. sério, estar saindo de casa está sendo bom principalmente pra dar um semancol nos dois, principalmente no mais velho. mas isso é uma outra conversa.

o banheiro tá sendo trabalhosozinho porque não tem ralo no chão. tem ralo na banheira, obviamente, que é também o box (um box sem portas, vale ressaltar), mas no chão do banheiro não tem. tem um buraco na parede que parece dar num cano, mas é tão minúsculo que a água passa com dificuldade. quero ver como vai ser pra lavar esse banheiro. quero ver mesmo. os quartos foram limpeza. quer dizer, marromeno, já que a água teve que ser botada pra fora pela escada. mas como esse tipo de coisa só se faz quando chega na casa, então tá valendo. depois que a gente estiver morando mermo, vai ser só varrer e passar pano.

ufa, que trabalhinho de corno. depois de tudo, podres de cansados e de sujeira mesmo, a gente foi curtir uma bichada básica no festival mix brasil. eu vou sempre, todo ano, acho que desde 97. mas dei vacilo nesse e nem fiquei ligada que começou domingo. pegamos o longa de animação, sexy stories. bem legalzinho, uma animação bem tosquinha com desenhos bem corel draw, com outline bem grosseiro e aquela coisa meio tremida. legal. mas não tive físico nem cabeça pra ficar mais duas horas sentada e ver e mais paus e bucetas entrando e saindo, abrindo e fechando e gemidos agudos e graves. preferi ir dormir mesmo.

3.12.02

essa é boa. a letra é de domínio público, mas ficou conhecida na voz e na viola do grande xangai:

ABC do Preguiçoso

Marido se alevanta e vai armar um mundé
Pra pegar uma paca gorda pra nóis cumê um sarapaté
Aroeira é pau pesado num é minha véia
Cai e machuca meu pé e ai d'eu sodade

Entonce marido se alevanta e vai caçar uma siriema
Nóis come a carne dela e faz uma bassora das pena
Ai quem me dera tá agora num é minha véia
Nos braço de uma roxa morena e ai d'eu sodade

Sujeito te alevanta e vai na venda do venderão
Comprar uma carne gorda pra nóis cumê um pirão
Ë que eu num tenho mais dinheiro num é minha véia
Fiado num compro não e ai d'eu sodade

Entonce marido se alevanta e vai na venda do venderim
Comprá dez metro de chita pra fazer roupa pros nossos fiim
Ai dentro tem um colchão véio num é minha véia
Desmancha e faz umas carças pra mim e ai d'eu sodade

Desgramado se alevanta deixa de ser preguiçoso
O home que num trabáia num pode cumê gostoso
É que trabaiá é muito bom num é minha véia
Mas é um pouco arriscoso e ai d'eu sodade

Entonce marido se alevanta e vem tomá um mingau
Que é pra criar sustança pra nóis fazé um calamengal
Brincadêra de manhã cedo num é minha véia
Arrisca de quebrar o pau e ai d'eu sodade

Marido seu desgraçado tu ai de morrê
Cachorro ai de te latir e urubú ai de te cumê
Se eu soubesse disso tudo num é minha véia
Eu num casava cum ocê e ai d'eu sodade
tá foda ficar sem internet em casa, meu, foda mermo. por isso tou tão ausente daqui. mas tá tudo bem, a casa tá tudo certo (pegamos as chaves hoje!) e já estamos organizando o casamento e chá de panela.

tá tudo bem fora uns lances estranhos que vêm acontecendo com meu estômago vez por outra, o que tem me levado a beber menos (ou não beber nada, se possível). eu tava até comentando com kleber que eu tou ficando velha pra certas coisas, entre elas comer porcaria e beber muito. não posso fazer as duas coisas juntas que eu passo mal. ou então, dar um intervalo bacaninha entre uma operação e outra. mas as duas em seqüência já me deram problemas bem sérios duas vezes. acho que desde aquele dia que fui parar no hospital eu tenho tido cuidado (ou obsessão) com o que como (tenho evitado maionese, por exemplo, o que já é um grande avanço). e, mesmo sabendo que é nóia da minha cabeça, sinto vontade de vomitar em seguida. mas eu me seguro porque sei que é só coisa momentânea, que é produto da minha nóia, que vai passar e aí começo a colocar isso na minha cabeça que a vontade passa. tem sido difícil pra mim, que gosto tanto de comer. mas passa, eu sei que passa. então, a cerveja tem me dado azia. uma azia triste, terrível. dá vontade de chorar. tava lembrando há pouco de como eu me estragava há uns anos atrás e nunca tinha problemas. e agora, basta eu comer um porcariazinha na mc donalds que eu não posso beber em seguida que me dá náusea. preciso cuidar das coisas que me nóiam, preciso mesmo.

o fato é que tou a própria caretona. saio pros cantos e bebo refrigerante. quando bebo cerva, dois copos já deixam com brilho. e com azia. então, melhor ficar no refri. mas tá foda, velho. não fumo faz muito muito tempo, tou sem beber mesmo faz tempo também. e confesso que não tem feito muita falta, não. tá legal sair de caras e voltar pra casa de caras e sem ressaca no dia seguinte.

e vocês notaram que faz tempo que eu não falo de consistência de cocô e coisas nojentas por aqui? é, fiz meu tratamento de ameba e estela morreu. pois é. vim notar há poucos dias que estela REALMENTE morreu. agora, as coisas que eu como atacam é meu estômago e não mais o intestino. tá, não sei dizer o que é pior, mas bem que podia atacar o joelho, ou a unha, sei lá. bem que podia ser um órgão não tão relacionado com comes e bebes, né?