7.3.03

o carnaval passou. e foi massa, apesar de não estar em todas as farras possíveis (e nem querer). o rec beat foi uma merda como esperado e não me dei ao trabalho de ir ver nenhum show. mas teve as coisas paralelas, como a casa da gráfica santa marta, com birita de graça no sábado e os merengue vamp rolando lá na frente do burburinho. só pisei em olinda no sábado, meio que fugindo do galo da madrugada e também pra mostrar toda a diversidade desse meu carnaval cheiroso ao meu querido hóspede bruno galera. mas também não fez muito diferença porque a graça de olinda é acompanhar blocos e ficar fazendo o social na ladeira do mac. fizemos isso mal e porcamente. posso afirmar com certeza que acompanhar bloco tava bem mais civilizado aqui no recife antigo.

ontem amélia apresentou o trabalho de graduação dela sobre poesia concreta e a gente fez uma espécie de jogral/coral concreto com aquela poesia "tensão" de augusto de campos. con tom can tan con tom can tan con tom can tan con tom can tan con tom can tan ad eternum. foi legal. pelo menos engraçado ficou. à noite teve a despedida de amélia na casa dela e foi ceva pra cima. fim da noite decrépito no garagem ouvindo jazz e fazendo baixaria em cima do palco. e todos tiraram a noite pra perturbar minha paz (moloko, eu te mato). e ainda existem registros fotográficos constrangedores envolvendo a minha pessoa e o meu umbigo.

hoje eu levei bruno numas lojas de discos aqui do centro mas tá tudo tão caro que nem valeu tanto a pena. pelo menos valeu pelo LP que bruno comprou do TAVARES, um grupo de disco/soul/funk cujo logo é igual o dos strokes. eu acabei comprando um disco do MENTECAPTOS ERÓTICOS só pelo prazer estético.

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