28.6.07

parabéns, dona ioná

o programa da quinta-feira à noite foi assar linguiça sertaneja e tomar cerveja com a minha mãe. vendo novela, claro.

a coisa mais impressionante disso tudo, além do fato de eu não consiguir mais assistir novela nessa vida, é como o braço de ioná magalhães é duro. mas duro, assim, firme, sabe? daqueles braços que não têm a pelanquinha do tchau. e, definitivamente, não é o braço de uma senhora de 72 anos nunca nessa vida.

depois eu reparei que ela nunca foi uma mulher bonita. nunca foi aquele exemplo de beleza vera fisher, mas do tipo danuza leão (que é uma mulher feia, convenhamos, mas de porte). mas também não consigo ver muita diferença dela hoje pra 20 anos atrás (não podemos correr mais pra trás porque é até onde minha memória me leva). ainda bem que existem bons cirurgiões plásticos hoje em dia pra não precisarmos ver mais dercys gonçalves no mundo.

aí depois eu fiquei triste, porque eu lembrei que não existe mulher feia, existe mulher pobre. e que infelizmente eu me encaixo nesse pacote. bom, pelo menos não tão pobre ao ponto de não poder comprar pelo menos uma maquiagem da natura.

acho que vou me matricular no curso de auto-maquiagem no senac ao invés do curso de massas italianas II.

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